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Posts Tagged ‘daniella almeida’

No último dia 21 de agosto, a Bodega do Brasil, através de artistas populares, prestou uma brilhante homenagem ao inesquecível Raul Seixas e foi sucesso garantido em seu último encontro.

Na ocasião, o público presente, numa só sintonia, declamaram e cantaram o eterno maluco beleza. O Grupo Bodega do Brasil, integrado por Costa Senna , Ornela e Júbilo Jacobino, tocou clássicos de Raulzito e contou ainda com a participação do músico Anderson Brasil. Na apresentação do evento, a jornalista e poetisa Daniella Almeida levou ao palco as cordelistas Cleusa Santo e Benedita Delazari, os ativistas do Projeto ambiental Ecos do Meio, Carlos Mahlungo e Rose Campos, o cantor de MPB regional Rhaifer, entre outros grandes artistas e colaboradores.

A Bodega do Brasil também contou com a exposição do repórter fotográfico Chico Alves que expôs imagens de artistas consagrados da música brasileira, tais como: Alceu Valença, Dominguinhos, Luiz Melodia, Antônio Nóbrega, João Bosco entre outros, tendo como plano de fundo a história de Raul Seixas. A Oxente TV (www.oxentetv.com.br) , também esteve presente e fez a cobertura, onde o jornalista Carlos Moura, editor-chefe do Jornal Centro em Foco, foi um dos destaques da seletiva de entrevistados.

No mês de setembro, a Bodega levará ao seu palco no dia 18, o grande lançamento do CD Cante esse Refrão Por Aí, do cantor e cordelista Costa Senna. A festa terá início a partir das 16h e vai até às 20h, no prédio da Ação Educativa, que fica na Rua General Jardim, 660, no bairro da Santa Cecília, Centro de São Paulo.

Movimento- Com o objetivo de fortalecer e divulgar a classe artística perante seu público e meios sociais, a Bodega do Brasil é um movimento de integração entre cantores, atores, poetas, cordelistas e artistas dos mais diversos gêneros da cultura popular brasileira. O evento é gratuito e para todas as idades.

Serviço:

Bodega do Brasil e lançamento do CD Cante esse Refrão Por Aí, do cantor Costa Senna

Quando? 18 de setembro a partir das 16h

Onde? Prédio da Ação Educativa. Rua General Jardim, 660, no bairro da Santa Cecília, Centro, São Paulo

Quanto? Entrada Franca

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Por tradição, maio é oficialmente o mês das noivas e obviamente, também dos casamentos. A cada ano, as inovações nesta festa tão marcante na vida de um casal, são crescentes. E para tal, muitos apostam em meios cada vez mais autenticos para diferenciar o momento, que por força maior, exige a formalidade. Para fugir dos padrões, a idéia é deixar os convidados (até os indesejáveis) bem informados sobre a a história dos dois, mas, de forma irreverente e descontraída.

A literatura de cordel neste caso é a melhor pedida. Tradicionalmente nordestina, hoje o cordel tem espaço em grandes eventos, festas e encontros, principalmente, por quebrar formalidades e falar de temáticas diversas de forma que todos possam entendê-la e apreciá-la.

A festa de casamento é uma delas. O cordel pode ser feito desde o convite até as lembrancinhas. No primeiro caso, todas as regras convencionais são seguidas, porém a métrica e a rima dão todo o diferencial no chamamento do convidado ao evento. A capa também seduz. A xilogravura (ilustração típica do cordel) pode ser outro item acrescentado neste inusitado convite.

Já as lembrancinhas, o típico folheto narrando a história do casal desde o começo até os dias atuais, é à atração a parte da festa. Situações cômicas e marcantes são fatos certos a serem explorados no texto. A capa também pode ser xilogravura, ou a própria foto do casal. O folheto pode ser entregue na recepção, ou mesmo colocado na mesa de cada convidado. A novidade ainda pode ser acompanhada da declamação do poeta em dado momento da festa. Uma coisa é certa: a surpresa deixa os convidados participativos com o evento e o momento torna-se inesquecível para todos.

Neste mês, os pedidos crescem ainda mais. Se a novidade chama sua atenção é só entrar em contato conosco no blogdadani@danialmeida.com
Mande sua história, escolha seu pacote.

Completão (Convite e Lembrancinha): Conteúdo + Ilustração + Impressão+Declamação(em SP)

ou

Basicão (Convite ou lembrancinha): Apenas Conteúdo

PS: Para aqueles que moram fora de São Paulo e quiserem a declamação do poeta, as despesas de locação do artista são inclusas.

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alma gemea.BMP Para quem acredita ou não na tão falada e almejada alma gêmea, o cordel, “O Encontro de Duas Almas chamadas Gêmeas”, pode ser uma boa pedida para descobrir como identificá-la. Nele, é narrado com muita irreverência, situações e atitudes de reconhecimento do verdadeiro amor, quase sempre perfeito aos olhos da maioria.

Numa desmistificação desses conceitos, o cordel escrito a partir de uma  pesquisa feita pela autora para uma matéria sobre relacionamentos, revela que nem sempre o par perfeito é aquele que mais parece no jeito de ser, mas no modo de enxergar a vida.

” Depois de entrevistar  esses casais, percebi que os relacionamentos mais duradouros são aqueles onde há cumplicidade nos objetivos de vida, independente se o casal tem o mesmo gosto musical, esportivo ou gastronômico por exemplo. Prevalece a definição que os opostos se atraem, mas, se os ideais não forem idênticos, eles se repelem”, afirma Almeida.

A obra, declamada pela autora em diversos concursos e eventos literários, tais como:  Bienal do Livro de Pernambuco, Caravana do Cordel (São Paulo), Quartas Literárias (Recife), entre outras, também foi  finalista da Recitata 2008, promovido dentro do Festival Recifense de Literatura, e vencedora do III Cordel em Folia, evento carnavalesco organizado pela União dos Cordelistas de Pernambuco. A declamação você confere no canto direito do blog nos vídeos de Daniella Almeida.

Quem tiver interesse em adiquirir “O Encontro de Duas Almas Chamadas Gêmeas” , impressa pela Pantera Cordelaria, pode solicitar um pacote com esse e mais dois cordéi da autora na loja Cultzone. A obra é toda escrita em sextilha num total de oito páginas e pode ser adiquirida de qualquer lugar do Brasil.

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Filme de Daniella Almeida será lançado em São Paulo por produtora que tem vídeo como seu primeiro longa metragem

Histórias de lutas, amores e desafios vivenciados principalmente durante o regime militar pelo sindicalista Euclides Nascimento, compõe a narrativa do documentário pernambucano A Voz do Campo, lançado em 2008novofilmes_logo no Recife,  em contagem regressiva para estreiar em São Paulo no próximo mês de novembro, pela Cult Zone Filmes.

O vídeo com versão em longa (60min) e curta (20min) metragem , sendo esta última a versão a ser apresentada em novembro, narra a trajetória de Euclides Nascimento, sindicalista que há 50 anos, atua no movimento sindical rural de Pernambuco e traça paralelos sobre a atuação dos  sindicatos de hoje com os do passado. O vídeo será exibido em evento realizado pela equipe do Lunetim Mágico, apoiador de produtores e diretores independentes, no espaço Cineclubista, localizado na famosa Rua Augusta, em São Paulo. Além da Cult Zone Filmes, a produção tem como apoiadores, o Projeto Dom Helder Câmara, Museu Nacional do Rio de Janeiro, Universidade Federal de Pernambuco, Faculdade Maurício de Nassau, Arte Pe Estúdio e o Lunetim Mágico.

Saiba mais sobre o projeto A Voz do Campo na página SEMENTES, do blog da Dani em: https://daniellalmeida.wordpress.com/ladrilhos/

Confira sinopse do filme:

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Nas mãos de parteira em uma casa com biqueira tapada de barro, nasceu o sindicalista Euclides Nascimento. Foi no engenho Cafundó, localizado no município pernambucano de Buenos Aires, que o camponês ainda menino percebeu os abusos que os latifundiários impunha sobre os direitos do trabalhador rural.

capa parte escritaFundador dos primeiros sindicatos da Zona da Mata Norte de Pernambuco, formados pela igreja na década de 60, Nascimento torna-se um dos grandes líderes agrários desse Estado.

Mesmo perseguido, combateu ativamente a repressão da ditadura conseguindo manter muitos sindicatos livres das intervenções durante sua presidência na Federação dos Trabalhadores da Agricultura de Pernambuco, a FETAPE.

Depois de quase 50 anos de luta, sua história se confunde as conquistas gradativas da classe camponesa. A bandeira em prol do sindicalismo orgânico, gerido pelo “homem do campo, para o povo do campo” torna-se sua marca e apesar dos anos passados, continua transmitindo suas detalhadas narrativas nas federações do país aos novos líderes que buscam continuar a trajetória da sua eterna caminhada.

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Ficha técnica

Direção: Daniella Almeida

Produção: Jéssica Lima

Direção de fotografia: Ana Rosa Passos

Trilha Sonora: Adiel Luna e Rafa da Rabeca

Edição de Imagens: J.R Júnior

Mixagem e Finalização: Henrique Bouduard

Narração Joffre Melo

Mixagem de trilha: Rodrigo Araújo e Thiago Riedel

Consultoria: Arnaldo Carmona

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A VOZ DO CAMPO- Euclides Nascimento e o sindicalismo rural de Pernambuco

SINOPSE

Nas mãos de parteira em uma casa com biqueira tapada de barro, nasceu o sindicalista Euclides Nascimento. Foi no engenho Cafundó, localizado no município pernambucano de Buenos Aires, que o camponês ainda menino percebeu os abusos dos latifundiários sobre os direitos do trabalhador rural.

Fundador dos primeiros sindicatos da Zona da Mata Norte formados pela igreja na década de 60, Nascimento torna-se um dos grandes líderes agrários do Estado de Pernambuco.

Mesmo perseguido, combateu ativamente a repressão da ditadura conseguindo manter muitos sindicatos livres das intervenções durante sua presidência na Federação dos Trabalhadores da Agricultura de Pernambuco, a FETAPE.

Depois de quase 50 anos de luta, sua história se confunde as conquistas gradativas da classe camponesa. A bandeira em prol do sindicalismo orgânico, gerido pelo “homem do campo, para o povo do campo” torna-se sua marca e apesar dos anos passados, continua transmitindo suas detalhadas narrativas nas federações do país aos novos líderes que buscam continuar a trajetória da sua eterna caminhada.

Ficha técnica

Direção: Daniella Almeida- Assistente de direção: Jéssica Lima- Roteiro e pesquisa:

Daniella Almeida e Jéssica Lima- Orientação: Arnaldo Carmona- Narração Joffre Melo- Direção Musical: Adiel Luna e Rafa da Rabeca- Direção de fotografia: Ana Rosa Passos Cinegrafistas: Álvaro Bezerra e Ricardo Dutra- Edição de imagens: J.R Júnior- Técnico de gravação de trilha: Rodrigo Araújo- Assistente de gravação de trilha: Thiago Riedel

 

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Percepção

amor 7

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