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Archive for the ‘Reflexos’ Category

Muitas vezes nos deparamos com tantas dificuldades em nosso dia-a-dia que nos fazem lamentar tantas coisas,  mas, de repente, quando menos esperamos, nos chega aquela mensagem que tanto precisávamos ouvir, ler e sentir para reagirmos e seguirmos em frente. Hoje foi um dia desses. Assim que abri esta noite minha caixa de e-mails, me deparei com essa historinha abaixo, encaminhada pelo querido amigo e historiador Samuel Camêlo. Que assim como a mim, esta rápida e singela narração possa trazer a paz que você precisa para continuar seguindo em frente, independente do caminho (mesmo não sendo por aquele que você planejava), sem medo de ser feliz. Hasta la victoria siempre 😦  🙂

” No Oeste americano, às vezes caem tempestades muito pesadas. Elas começam de repente com chuvas congelantes e a temperatura despenca abaixo de zero. Então, terríveis ventos frios começam a trazer enormes pedras de gelo. A maioria dos bois que estão no campo aberto vira de costas para as rajadas de vento e gelo. Com a força do vento, eles não conseguem resistir e começam a ser empurrados, até que inevitavelmente são jogados contra a cerca de arame farpado e não conseguem mais sair de lá. Em grandes tempestades, muitos bois acabam morrendo por causa dos ferimentos.

Mas uma raça de bois sempre sobrevive. É conhecida como “Hereford”. O que eles fazem durante as tempestades? Eles não se viram de costas para as rajadas. Instintivamente eles enfrentam o vento forte. Vários bois se juntam, ombro a ombro e, com as cabeças abaixadas, ficam de frente para a tempestade. Assim, juntos, conseguem suportar por horas. Segundo os criadores de gado, nas tempestades em que a maioria dos bois morre, os Herefords são quase sempre encontrados vivos e saudáveis.

Aprendemos duas lições dos bois Hereford: que a união pode nos ajudar nos momentos mais difíceis e que a única forma de vencer as dificuldades é encará-las de frente quando elas surgem em nossas vidas.”

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Segue abaixo, regulamento do prêmio, lançado pela Associação de Escritores de Bragança Paulista- ASES .

E aí, vamos nessa? Hasta la victoria siempre 🙂

Com o objetivo de revelar e divulgar novos valores literários e, ao mesmo tempo, sedimentar a perífrase Cidade Poesia do município de Bragança Paulista, a Associação de Escritores de Bragança Paulista- ASES – em parceria com a Prefeitura Municipal de Bragança Paulista, por intermédio da  Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Bragança Paulista –  promove o II Prêmio Literário Cidade Poesia, o qual no presente ano prestigiará a modalidade CONTO.

TEMA: LIVRE

1- Poderão participar escritores brasileiros ou não, desde que os trabalhos sejam apresentados em língua portuguesa;

2- Cada participante deverá apresentar um único conto, absolutamente inédito, tanto na forma impressa ou virtual, pela internet. O conto, com no máximo 6 laudas, deverá ser datilografado ou digitado em papel sulfite A4, apenas de um lado da folha,  fonte times new roman, 12, espaço duplo, em três vias, margens de 2,5cm, contendo o título e o pseudônimo do autor;

3- Um envelope menor, anexo, deverá trazer do lado de fora o título do trabalho e o pseudônimo do autor. Dentro deverá conter a ficha de inscrição e autorização para publicação, conforme modelos abaixo, um CD ou disquete 3½  contendo o conto  inscrito e o currículo do autor.

4- Os escritores nascidos ou residentes em Bragança Paulista poderão fazer constar no lado de fora do envelope maior a expressão: ESCRITOR BRAGANTINO, no caso de desejarem concorrer nessa categoria;

a) O trabalho deverá ser entregue pessoalmente ou via correio na sede da ASES: Rua Cel. Leme, n° 35 – CEP 12900.340 – Bragança Paulista – SP;

b) Prazo final para a  inscrição: 29 de outubro de 2010 (valerá o carimbo da postagem como comprovante da data de inscrição);

c) A ASES indicará uma comissão julgadora de reconhecida capacidade intelectual e idoneidade, cuja decisão será irrevogável, não cabendo nenhum tipo de recurso;

b)Estão impedidos de participar sócios da ASES ( efetivos e correspondentes) e funcionários da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Bragança Paulista;

e) Serão selecionados vinte contos. Os três primeiros colocados receberão:

1° lugar: R$ 2.000,00 + troféu Cidade Poesia +certificado + 10 exemplares da antologia

2° lugar: R$ 1.000,00 + certificado + 5 exemplares da antologia

3° lugar : R$ 500,00 + certificado + 5 exemplares da antologia

Do 4° ao 10° colocado serão atribuídas Menções Honrosas, além de receberem 5 exemplares da antologia.

Os demais classificados receberão 3 exemplares da antologia.

5- Os participantes de Bragança Paulista concorrerão em faixa especial, desde que especifiquem no envelope de envio essa condição, com a seguinte premiação:

Melhor conto de autor bragantino:

R$ 500,00 + troféu+ 10 exemplares da antologia.

6- Os prêmios serão atribuídos em sessão solene em data e horário que serão divulgados posteriormente;

7- Casos de plágio comprovados, bem como a comprovação do não-ineditismo do poema, são de inteira responsabilidade do concorrente, sendo este automaticamente excluído da seleção, com as sanções legais cabíveis;

8- Os concorrentes classificados serão notificados, através de correspondência pessoal, sobre o resultado do concurso, o qual também estará disponível no site da Associação de Escritores de Bragança Paulista- www.asesbp.com.br – a partir do dia 22 de fevereiro de 2011;

9- O simples envio  do conto implica a aceitação total deste regulamento;

10- Casos omissos serão resolvidos pela Diretoria Executiva da ASES;

11- Os trabalhos enviados não serão devolvidos;

12-Informações complementares no site: www.asesbp.com.br ou  pelo e-mail: asesbp@gmail.com ou ainda com Cida Moreira         (11) 4032-7163 – appmoreira @yahoo.com.br / Henriette     (11) 4033-3609 – henriette2007@terra.com.br e Marina Valente  (11) 4032-0238 marinavalente@terra.com.br

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Mas somos brasileiros e não desistimos nunca não é? Que venha 2014.

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A cultura como negócio

Trabalhar com projetos culturais não é fácil. Mas a tendência a cada dia se eleva. Atualmente a cultura é fonte de renda e negócio de muitas pessoas. Só no Brasil são mais de três milhões de indivíduos que trabalham com isso.

Isso porque o Marketing Cultural, ferramenta de comunicação hoje implantada em diversas empresas, beneficia não apenas o investido e o investidor, mas principalmente, a sociedade.

Segundo dados da revista Markentig Cultural, de 1994 para cá, o número de empresas que passaram a investir em cultura sextuplicou e cada vez mais, pessoas ingressam nesse mercado anualmente. A publicação ainda revela que hoje, as empresas investem mais em cultura por inserirem em seus novos conceitos a chamada responsabilidade social.

Para Rafael Gioielli, gerente de desenvolvimento sociocultural do Instituto Votorantim de São Paulo, um dos principais critérios que o grupo considera relevante para aprovar um projeto cultural é a questão da acessibilidade. “É preciso que as pessoas pensem não apenas na produção de sua arte, mas como ela chegará às pessoas. Na hora de aprovarmos um projeto, esse é um ponto que valorizamos bastante e deve estar bem definido”, destaca.

Criar um projeto cultural e inscrevê-lo em editais, bem como encaminhá-lo às empresas de forma independente, é o que acontece com a maioria dos profissionais que trabalham com cultura. Porém, antes de encaminhar, é sempre bom saber quais valores e conceitos a possível patrocinadora agrega, para que os objetivos em questão tenham pontos em comum com seu perfil.

Para uma maior possibilidade de aprovação, além de ser bem escrito, é importante que o projeto seja algo que envolva o maior número de beneficiados possível. “Quando falamos de cultura, é preciso pensar numa sensibilização geral. O projeto tem que deixar de ser pessoal e se tornar algo de interesse público”, afirma Lárcio Benedetti, professor de Marketing Cultural da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), de São Paulo.

Ações de marketing cultural solidificam a imagem institucional de uma empresa e dá visibilidade para a marca. Para os profissionais culturais e seus artistas, fica a fonte de sua sobrevivência durante os meses em que seu projeto estiver em vigor além da perpetuação de sua arte. Para a sociedade resta o melhor: a possibilidade de enxergar o mundo de forma criativa, proveitosa e inesquecível.

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A repercussão da nossa estadia em Guaxupé foi muito bacana. Mas, a literatura de cordel apesar de popular, ainda não é tão conhecida pelos guaxupeanos.

Nosso principal objetivo nesta ocasião foi levar àquele momento, os valores desta literatura trazida pelos portugueses ao Brasil e difundida principalmente no Nordeste, além de mostrar a irreverência didática que esta cultura proporciona.

Professores e pessoas ligadas à cultura se impressionaram com a riqueza do cordel, principalmente, no que diz respeito à variedade de temáticas, clareza e organização das construções poéticas. Pena que um público mais amplo não pôde constatar o que poucos viram afinal, a cultura popular é feita para todos, mesmo assim, valeu a intenção e fica para uma próxima vez. Hasta la victoria siempre 🙂

Banner Caravana do cordel

Maria José e nossos produtos culturais

mesmo tímido, público prestigia apresentações

e aprova

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Num fim de semana longe da poluição da capital paulista, em Guaxupé, cidade mineira com cerca de 50 mil habitantes, divisa com o Estado de São Paulo e conhecida por seus cafezais, levamos neste último final de semana um pouco da Literatura de Cordel.

No evento entitulado Viralata Mix, organizado por Sheila Saad, parte da Caravana do Cordel, representada pelos poetas João Gomes, Costa Senna e eu, com a produção de Hellaydo Jean, mostrou ao público local, versos de nossa autoria e de grandes nomes deste segmento literário. A outra demanda do grupo, seguiu com apresentação na zona sul de São Paulo.

Danie Almeida, Costa Senna e João Gomes Sá

Costa Senna, além de poeta, é cantor e iniciou o encontro em terras mineiras, apresentando o melhor de seu repertório musical. Seguindo a linha MPB Regional, o músico intercalou canções, contações de causos, além de muito cordel, ao tímido, mas, qualitativo público guaxupeano.

Com algumas intervenções teatrais, apresentei com orgulho no peito, os artistas que ali estavam. O renomado cordelista, João Gomes Sá, com seu jeito único de declamar, encantou a todos os presentes. O poeta inclusive, foi reconhecido por alguns, pelo sucesso de Canto Guerreiro, obra de sua autoria interpretada na peça de Mauro César da cidade de Guaranésia (a 10 km de Guaxupé). O espetáculo foi ganhador de três festivais teatrais nas cidades mineiras de Contagem, Varginha e Conselheiro Lafaiete.

O meu cordel, O Encontro de Duas Almas Chamadas Gêmeas, claro, não deixei de apresentar e a aceitação foi muito bacana, inclusive das crianças, que adoraram a maquiagem da minha personagem Alma Gêmea. Na ocasião, também aproveitei a oportunidade para expor a importância pessoal dele em minha vida, pois, graças ao cordel, conquistei meu atual noivo, responsável por me fazer conhecer a linda Guaxupé.

Recitando O Encontro de Duas Almas chamadas Gêmeas

Costa Senna apresenta canções de seu repertório

João Gomes encanta a todos com seus versos

crianças pedem para serem Alma Gêmeas

Hellaydo Jean declama versos sobre Guaxupé

admiradoras do cordel

Com Sheila Saad, coordenadora do evento

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Guaxupé vista da região central

Guaxupé, em Minas Gerais, é um lugar especial. Muito mais próximo de São Paulo (apenas 4 horas)que a capital do seu próprio Estado, Belo Horizonte (8 horas), a cidade se destaca pela harmonia entre homem e natureza.

Sua economia, essencialmente cafeicultora, revela ruas com arquiteturas coloniais e traços de um Brasil ainda tradicionalista. Mas, em meio a toda tradição, a modernidade também se faz presente. Faculdade, casas e show, barzinhos e uma animada juventude em suas avenidas principais , Conde Ribeiro do Vale e Dona Floriana,  principalmente às sextas-feiras à noite, nos lembra em qual milênio estamos.

Sheila Saad é idealizadora do bloco Viralatas do samba em Guaxupé-MG

Conhecer o lado alternativo do município, confesso, foi algo que me surpreendeu. Guaxupé é muito mais que sertanejo universitário. A cultura popular também se faz presente e muito. Segundo a jornalista guaxupeana, Sheila Saad, em sua revista de bolso intitulada BOCA A BOCA, “a porção abstrata da herança cultural de um povo, passada de geração em geração,  provoca um sentimento de identidade e continuidade dos costumes tradicionais tais como rezas, folia de reis e contação de causos diversos que representam a mineirice de seu povo”. E de fato isso é uma verdade.

Para minha felicidade, através da pessoa de Sheila, conheci um pouco mais dos projetos alternativos dessa cidade. Como o bloco criado por ela, chamado Viralatas do Samba. Trata-se de um grupo de “anarquistas” que decidiram inovar os dias do carnaval guaxupeano unindo traços da sua cultura tradicional com o samba de raiz, nas ruas de Guaxupé. A experiência ainda que timidamente, foi um sucesso e sua mentora promete mais no próximo ano. “Todos os dias vou até a sede do Viralatas atualizar a placa com a contagem dos dias para o próximo carnaval na Casa da Vó Maria (sede do bloco)”, conta a dedicada Sheila. A preocupação da jornalista pelos cachorros de rua, revela a razão do inusitado nome que já abraçou outras frentes culturais: O Viralata Mix. Este evento reunirá várias manifestações da cultura artística não só local, mas brasileira.

Hellaydo Jean, Dani Almeida e Sheila Saad

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