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Archive for the ‘Entrevistas’ Category

Não apenas por seu talento na pintura, sua obstinação ideológica ou mesmo sua vida marcada por tragédias. Mais que tudo isso, Frida Khalo foi um exemplo de originalidade. Uma heroína diferente de muitas, a qual temos o desejo de ter uma história igual. Seu maior exemplo, não foi sua vida, mas, a forma inigualável que a mesma a encarou.

“ pensavam que eu era uma surrealista, mas eu não era. Nunca pintei sonhos. Pintava a minha própria realidade”, dizia Frida Khalo.

O Post de hoje é também dedicado a Dida Bastos, recifense, também pintora, falecida há 4 anos, vítima de câncer. Foi uma mulher que assim como Khalo, fez da sofrida realidade um recurso artístico, levando da vida apenas o seu melhor: a ternura eterna!

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Autobiografia- Nasci numa família de camponeses sem terra, em Azinhaga, uma pequena povoação situada na província do Ribatejo, na margem direita do rio Almonda, a uns cem quilómetros a nordeste de Lisboa. Meus pais chamavam-se José de Sousa e Maria da Piedade. José de Sousa teria sido também o meu nome se o funcionário do Registo Civil, por sua própria iniciativa, não lhe tivesse acrescentado a alcunha por que a família de meu pai era conhecida na aldeia: Saramago. (Cabe esclarecer que saramago é uma planta herbácea espontânea, cujas folhas, naqueles tempos, em épocas de carência, serviam como alimento na cozinha dos pobres). Só aos sete anos, quando tive de apresentar na escola primária um documento de identificação, é que se veio a saber que o meu nome completo era José de Sousa Saramago… Não foi este, porém, o único problema de identidade com que fui fadado no berço. Embora tivesse vindo ao mundo no dia 16 de Novembro de 1922, os meus documentos oficiais referem que nasci dois dias depois, a 18: foi graças a esta pequena fraude que a família escapou ao pagamento da multa por falta de declaração do nascimento no prazo legal.

Talvez por ter participado na Grande Guerra, em França, como soldado de artilharia, e conhecido outros ambientes, diferentes do viver da aldeia, meu pai decidiu, em 1924, deixar o trabalho do campo e trasladar-se com a família para Lisboa, onde começou a exercer a profissão de polícia de segurança pública, para a qual não se exigiam mais “habilitações literárias” (expressão comum então…) que ler, escrever e contar. Poucos meses depois de nos termos instalado na capital, morreria meu irmão Francisco, que era dois anos mais velho do que eu. Embora as condições em que vivíamos tivessem melhorado um pouco com a mudança, nunca viríamos a conhecer verdadeiro desafogo económico. Já eu tinha 13 ou 14 anos quando passámos, enfim, a viver numa casa (pequeníssima) só para nós: até aí sempre tínhamos habitado em partes de casa, com outras famílias. Durante todo este tempo, e até à maioridade, foram muitos, e frequentemente prolongados, os períodos em que vivi na aldeia com os meus avós maternos, Jerónimo Melrinho e Josefa Caixinha.

Fui bom aluno na escola primária: na segunda classe já escrevia sem erros de ortografia, e a terceira e quarta classes foram feitas em um só ano. Transitei depois para o liceu, onde permaneci dois anos, com notas excelentes no primeiro, bastante menos boas no segundo, mas estimado por colegas e professores, ao ponto de ser eleito (tinha então 12 anos…) tesoureiro da associação académica… Entretanto, meus pais haviam chegado à conclusão de que, por falta de meios, não poderiam continuar a manter-me no liceu. A única alternativa que se apresentava seria entrar para uma escola de ensino profissional, e assim se fez: durante cinco anos aprendi o ofício de serralheiro mecânico. O mais surpreendente era que o plano de estudos da escola, naquele tempo, embora obviamente orientado para formações profissionais técnicas, incluía, além do Francês, uma disciplina de Literatura. Como não tinha livros em casa (livros meus, comprados por mim, ainda que com dinheiro emprestado por um amigo, só os pude ter aos 19 anos), foram os livros escolares de Português, pelo seu carácter “antológico”, que me abriram as portas para a fruição literária: ainda hoje posso recitar poesias aprendidas naquela época distante. Terminado o curso, trabalhei durante cerca de dois anos como serralheiro mecânico numa oficina de reparação de automóveis. Também por essas alturas tinha começado a frequentar, nos períodos nocturnos de funcionamento, uma biblioteca pública de Lisboa. E foi aí, sem ajudas nem conselhos, apenas guiado pela curiosidade e pela vontade de aprender, que o meu gosto pela leitura se desenvolveu e apurou.

Quando casei, em 1944, já tinha mudado de actividade, passara a trabalhar num organismo de Segurança Social como empregado administrativo. Minha mulher, Ilda Reis, então dactilógrafa nos Caminhos de Ferro, viria a ser, muitos anos mais tarde, um dos mais importantes gravadores portugueses. Faleceria em 1998. Em 1947, ano do nascimento da minha única filha, Violante, publiquei o primeiro livro, um romance que intitulei A Viúva, mas que por conveniências editoriais viria a sair com o nome de Terra do Pecado. Escrevi ainda outro romance, Clarabóia, que permanece inédito até hoje, e principiei um outro, que não passou das primeiras páginas: chamar-se-ia O Mel e o Fel ou talvez Luís, filho de Tadeu.. A questão ficou resolvida quando abandonei o projecto: começava a tornar-se claro para mim que não tinha para dizer algo que valesse a pena. Durante 19 anos, até 1966, quando publicaria Os Poemas Possíveis , estive ausente do mundo literário português, onde devem ter sido pouquíssimas as pessoas que deram pela minha falta.

Por motivos políticos fiquei desempregado em 1949, mas, graças à boa vontade de um meu antigo professor do tempo da escola técnica, pude encontrar ocupação na empresa metalúrgia de que ele era administrador. No final dos anos 50 passei a trabalhar numa editora, Estúdios Cor, como responsável pela produção, regressando assim, mas não como autor, ao mundo das letras que tinha deixado anos antes. Essa nova actividade permitiu-me conhecer e criar relações de amizade com alguns dos mais importantes escritores portugueses de então. Para melhorar o orçamento familiar, mas também por gosto, comecei, a partir de 1955, a dedicar uma parte do tempo livre a trabalhos de tradução, actividade que se prolongaria até 1981: Colette, Pär Lagerkvist, Jean Cassou, Maupassant, André Bonnard, Tolstoi, Baudelaire, Étienne Balibar, Nikos Poulantzas, Henri Focillon, Jacques Roumain, Hegel, Raymond Bayer foram alguns dos autores que traduzi. Outra ocupação paralela, entre Maio de 1967 e Novembro de 1968, foi a de crítico literário. Entretanto, em 1966, publicara Os Poemas Possíveis, uma colectânea poética que marcou o meu regresso à literatura. A esse livro seguiu-se, em 1970, outra colectânea de poemas, Provavelmente Alegria, e logo, em 1971 e 1973 respectivamente, sob os títulos Deste Mundo e do Outro e A Bagagem do Viajante , duas recolhas de crónicas publicadas na imprensa, que a crítica tem considerado essenciais à completa compreensão do meu trabalho posterior. Tendo-me divorciado em 1970, iniciei uma relação de convivência, que duraria até 1986, com a escritora portuguesa Isabel da Nóbrega.

Deixei a editora no final de 1971, trabalhei durante os dois anos seguintes no vespertino Diário de Lisboa como coordenador de um suplemento cultural e como editorialista. Publicados em 1974 sob o título As Opiniões que o DL teve, esses textos representam uma “leitura” bastante precisa dos últimos tempos da ditadura que viria a ser derrubada em Abril daquele ano. Em Abril de 1975 passei a exercer as funções de director-adjunto do matutino Diário de Notícias, cargo que desempenhei até Novembro desse ano e de que fui demitido na sequência das mudanças ocasionadas pelo golpe político-militar de 25 de daquele mês, que travou o processo revolucionário. Dois livros assinalam esta época: O Ano de 1993, um poema longo publicado em 1975, que alguns críticos consideram já anunciador das obras de ficção que dois anos depois se iniciariam com o romance Manual de Pintura e Caligrafia, e, sob o título Os Apontamentos , os artigos de teor político que publiquei no jornal de que havia sido director.

Sem emprego uma vez mais e, ponderadas as circunstâncias da situação política que então se vivia, sem a menor possibilidade de o encontrar, tomei a decisão de me dedicar inteiramente à literatura: já era hora de saber o que poderia realmente valer como escritor. No princípio de 1976 instalei-me por algumas semanas em Lavre, uma povoação rural da província do Alentejo. Foi esse período de estudo, observação e registo de informações que veio a dar origem, em 1980, ao romance Levantado do Chão, em que nasce o modo de narrar que caracteriza a minha ficção novelesca. Entretanto, em 1978, havia publicado uma colectânea de contos, Objecto Quase, em 1979 a peça de teatro A Noite, a que se seguiu, poucos meses antes da publicação de Levantado do Chão, nova obra teatral, Que Farei com este Livro?. Com excepção de uma outra peça de teatro, intitulada A Segunda Vida de Francisco de Assis e publicada em 1987, a década de 80 foi inteiramente dedicada ao romance: Memorial do Convento, 1982, O Ano da Morte de Ricardo Reis, 1984, A Jangada de Pedra, 1986, História do Cerco de Lisboa , 1989. Em 1986 conheci a jornalista espanhola Pilar del Río. Casámo-nos em 1988.

Em consequência da censura exercida pelo Governo português sobre o romance O Evangelho segundo Jesus Cristo (1991), vetando a sua apresentação ao Prémio Literário Europeu sob pretexto de que o livro era ofensivo para os católicos, transferimos, minha mulher e eu, em Fevereiro de 1993, a nossa residência para a ilha de Lanzarote, no arquipélago de Canárias. No princípio desse ano publiquei a peça In Nomine Dei, ainda escrita em Lisboa, de que seria extraído o libreto da ópera Divara, com música do compositor italiano Azio Corghi, estreada em Münster (Alemanha), em 1993. Não foi esta a minha primeira colaboração com Corghi: também é dele a música da ópera Blimunda, sobre o romance Memorial do Convento, estreada em Milão (Itália), em 1990. Em 1993 iniciei a escrita de um diário, Cadernos de Lanzarote, de que estão publicados cinco volumes. Em 1995 publiquei o romance Ensaio sobre a Cegueira e em 1997 Todos os Nomes e O Conto da Ilha Desconhecida . Em 1995 foi-me atribuído o Prémio Camões, e em 1998 o Prémio Nobel de Literatura.

Em consequência da atribuição do Prémio Nobel a minha actividade pública viu-se incrementada. Viajei pelos cinco continentes, oferecendo conferências, recebendo graus académicos, participando em reuniões e congressos, tanto de carácter literário como social e político, mas, sobretudo, participei em acções reivindicativas da dignificação dos seres humanos e do cumprimento da Declaração dos Direitos Humanos pela consecução de uma sociedade mais justa, onde a pessoa seja prioridade absoluta, e não o comércio ou as lutas por um poder hegemónico, sempre destrutivas.

Creio ter trabalhado bastante durante estes últimos anos. Desde 1998, publiquei Folhas Políticas (1976-1998)(1999), A Caverna (2000), A Maior Flor do Mundo (2001), O Homem Duplicado (2002), Ensaio sobre a Lucidez (2004), Don Giovanni ou o Dissoluto Absolvido (2005), As Intermitências da Morte (2005) e As Pequenas Memórias (2006). Agora, neste Outono de 2008, aparecerá um novo livro: A Viagem do Elefante, um conto, uma narrativa, uma fábula.

No ano de 2007 decidiu-se criar em Lisboa uma Fundação com o meu nome, a qual assume, entre os seus objectivos principais, a defesa e a divulgação da literatura contemporânea, a defesa e a exigência de cumprimento da Carta dos Direitos Humanos, além da atenção que devemos, como cidadãos responsáveis, ao cuidado do meio ambiente. Em Julho de 2008 foi assinado um protocolo de cedência da Casa dos Bicos, em Lisboa, para sede da Fundação José Saramago, onde esta continuará a intensificar e consolidar os objectivos que se propôs na sua Declaração de Princípios, abrindo portas a projectos vivos de agitação cultural e propostas transformadoras da sociedade.

(“A Ilha Desconhecida fez-se enfim ao mar, à procura de si mesma.”- José Saramago)

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Para lembrar as histórias que nossos avós  contavam nas tardes de domingo ou na hora de dormir, a obra “Contos folclóricos brasileiros”, da editora PAULUS e de autoria do poeta e pesquisador cultural Marco Haurélio,  é uma ótima pedida. O lançamento será hoje, às 19h na livraria Cortez em Perdizes, São Paulo.

Contados de forma a recuperarem a cultura do nosso país, os contos aguçam a imaginação e levam divertimento às crianças.O livro reúne algumas narrativas já vistas na literatura, mas retratadas de forma diferente. O conto “Maria Borralheira”, por exemplo, é similar ao de Cinderela, porém com um toque de brasilidade: a começar pelo nome da protagonista, que em vez de Cinderela, é Maria. E quem não se lembra de “A Bela e a Fera”? No conto “Belisfronte”, os leitores irão identificar diversos elementos que remetem a esse clássico.

São mais de 30 contos acompanhados de uma mistura de figuras curiosas e tons marcantes; outras são mais simples, sombreadas, recursos que tornam a leitura ainda mais agradável e instigam a curiosidade das crianças. Além disso, a obra conta com notas sobre as versões, um resumo de todos os contos e um glossário, que explica algumas palavras curiosas, como “fato”, que significa “tirar as impurezas”, e “ligança”, cujo sentido se aproxima a “atenção”.

Contos folclóricos brasileiros pertence à coleção Lendas e Contos e tem como objetivo preservar nossas tradições populares, que, na maioria das vezes, são raras na literatura infantojuvenil. O livro também desperta o interesse de pessoas de todas as idades. Para Marco Haurélio, a obra é para a “eternidade”.

Sobre o autor- Marco Haurélio nasceu em Ponta da Serra, município de Riacho de Santana, sertão da Bahia. Poeta e folclorista, é uma referência no Brasil na literatura de cordel. Recentemente, lançou pela PAULUS A lenda do saci-pererê em cordel.

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Quero aqui agradecer a todos pelas mensagens de carinho que recebi hoje, dia do meu aniversário. Foram e-mails, scraps, sms e ligações de profunda emoção, dos quais não poderia deixar batido, principalmente um depoimento lindo encaminhado por minha ilustríssima mãe, esta, principal responsável por minha existência há 25 anos aqui nessa vida terrena, que mesmo longe, permanece comigo todos os dias. Abaixo, algumas destas mensagens. Minha gratidão eterna. Hasta la victoria hoy e siempre.

BJS MIL 🙂

…E naquela manhã quando os primeiros raios de sol chegaram para saudar aquele dia que seria mágico para mim se escuta o som da vida…é minha filha que acabara de nascer(5:20h),tão linda tão indefesa, tão,tão…e vieram as minhas lágrimas de pura emoção junto ao sorriso que se misturara aquele momento mágico do show da vida. Definir este sentimento nunca serei capaz em palavras. Momentos inesquecíveis que só quem é mãe, sabe o que estou falando.E como era de costume filha, você sempre gostava de ouvir “o dia que vc nasceu”.Pela primeira vez estamos longe, mas não deixarei de repetir quando vezes for necessário essa linda história de amor,”A HISTÓRIA DE DANI E EU”…..e foram felizes para sempre,sempre,sempre,sempre. TE AMO ETERNAMENTE. TUA MÃE.
Maria de Jesus, pedagoga, escritora e minha razão de viver

NESTA IMPORTANTE DATA
Em que nos trouxeram à LUZ
Dona Elvira Vasconcelos
E Dona Maria de Jesus
CINCO OITO E OITO CINCO
Hoje temos mesmo afinco
VOCÊ DITA O QUE COMPUS!
Luiz Wilson, cantor, poeta ,ccomunicador e aniversariante hoje (TAMBÉM)

Daniiiii…PARABÉNSSSSSS!!!
Tudo de maravilhoso na sua vida hoje e sempre!
Muito sucesso e grandes realizações!
Saudade sempre!
Débora Barioni, jornalista

Hoje é um grande dia Dani! Afinal, é seu aniversário, ou melhor, nosso aniversário.
Mais um ano passou em sua vida e com ele vieram novos sonhos e novas realizações.
Desejo que toda a sua existência seja repleta de Paz, saúde, felicidade e prosperidade.  Beijão Dani sucesso.
Djalma , publicitário (e também aniversariante hoje)

Parabéns Dany querida
Pela data costumeira
festeje o dia com festa
alegria e brincadeira
além de linda e bela
tambem és grande guerreira!
Paulo Moura, cordelista  e pesquisador do cangaço

Felicidades hoje, sempre…
Você merece tudo de bom que a vida proporcionar…
Deus ilumine ainda mais esse sorriso!
Cacá Lopes, cantor e cordelista

Vim desejar a você
Um feliz aniversário,
Com paz e muita saúde
E o amor necessário,
Para ser muito feliz,
Da vida boa aprendiz,
No espírito solidário.
Pedro Monteiro cordelista

Você que aniversaria
Deve a Deus agradecer
Por mais um ano de vida
E dessa forma poder,
Construir a sua história
Deus lhe dê sempre a vitória
E muita paz pra viver.
Varneci Nascimento, cordelista

FIQUE SABENDO

Outros nomes também nascidos no dia 4 de Maio.

  • 1953 – Lulu Santos cantor.
  • 1961 – Herbert Vianna cantor e vocalista do Paralamas do Sucesso.
  • 1796 – William Hickling Prescott – historiador
  • 1827 – John Speke – explorador que descobriu a nascente do rio Nilo
  • 1928 – Hosni Mubarak – presidente do Egito

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Dona Marinês e Seu Luiz são dois típicos mineiros residentes do município de Guaxupé, cidade interiorana do sudoeste de Minas, que em casa, trabalham confecionando botinas, mais conhecido pelos guaxupeanos de Sapatão.

Dona Marinês fabrica botinas no quintal de sua casa

Em pleno sábado, estive em visita a fábrica, localizada no quintal da casa do casal, da qual fui muito bem recebida e pude conferir de perto, a incrível habilidade que ambos tem com o ofício. “Não é fácil dá conta de tudo, mas não podemos parar, seja fim de semana ou feriado”, conta Dona Marines.

Com uma fabricação mensal de 800 a 1400 pares, os calçados, feitos em couro legítimo, são a principal fonte de renda da dupla,  que trabalha sozinha dia e noite para produzir os inúmeros pedidos, distribuídos para Estados como Rio de Janeiro, São Paulo e vários outros. “Trabalhamos com isso a vida inteira e temos muito orgulho do que fazemos”, afirma a sorridente Marinês, esta encantadora figura, achada em Minas Gerais, junto ao amável Seu Luíz.

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No último dia 22 de outubro, foi realizado em São Paulo, no Museu da Língua Portuguesa , o Prêmio Viva Leitura 2009, um dos mais respeitados do país que visa reconhecer os projetos mais criativos de incentivo a leitura. Na categoria Escolas Públicas e Privadas, o grande vencedor foi o professor pernambucano do município de Sertânia, Josessandro Andrade. Veja na íntegra, matéria especial que fiz para o portal JC Online , do Sistema Jornal do Commercio, no link abaixo.

Pernambuco Vence Prêmio Viva Leitura

Parabéns Josessandro por essa conquista que é de todos nós, nordestinos, arretados como você e o povo de Sertânia.

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Josessandro Andrade, vencedor do Prêmio VivaLeitura 2009 na categoria Escolas públicas e privadas

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Fatel Barbosa, Josessandro Andrade, Daniella Almeida e Luiz Wilson

(direita p/esquerda) Ministro da Cultura Juca Ferreira, Josessandro Andrade,Lailton Araújo e Daniella Almeida

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Cantor e poeta Luiz Wilson fala para o jornal da Record sobre vendas da Rua 25 de Março

No último dia 10 de outubro o poeta e cantor Luiz Wilson, foi destaque da reportagem “Conheça os desafios da Rua 25 de março” do Jornal da Record.

Em entrevista ao repórter Arnaldo Duran, Wilson, também palestrante de vendas e autor do cordel “A História da Ruarede record 25 de Março” e do livro “Vendendo e aprendendo em cordel”, revelou através da sua música e poética popular, como essa rua, que tem o comércio mais movimentado do Brasil, atrai tanta gente e gera bons resultados tanto para os que nela circulam, como para os que dela sobrevivem.

Conciliado a vida artística, o cantor, que também já trabalhou no comércio da 25, teste - SDC10596_520x390conhece bem os desafios da venda. Hoje, além de shows culturais o ex-comerciante também ministra palestras em empresas, principalmente em lojas, levando métodos de desenvolvimento e motivação de equipes através da poesia popular. “A 25 de Março, é um verdadeiro laboratório para o aperfeiçoamento das vendas por meio dessa prática”, afirma o poeta.

A matéria pode ser assistida no portal R7 da Rede Record no endereço:

http://videos.r7.com/conheca-os-desafios-da-25-de-marco/idmedia/90be5aa53bff50e3c4474bb821d96436.html

assesoria de imprensa Luiz Wilson-

Daniella Almeida- 11 6689-8961

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