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Archive for the ‘É cultura popular’ Category

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Livro de Frederico Pernambucano de Melo, revela detalhes sobre a “moda” dos cangaceiros. O prefácio é de Ariano Suassuna. Vale a pena conferir!

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Quem disse que palavrão não é cultura? Se em tempos passados o termo feio era reservado apenas a poucas tribos, hoje é prática corriqueira até no Congresso Nacional. Em meados dos anos 70, o escritor Mário Souto Maior (1920-2001) percebeu o valor dessa cultura e sistematizou esse rico vocabulário no Dicionário do palavrão e termos afins. Lançado em 1979, o livro agora está de volta nas prateleiras das principais livrarias do Brasil.

Em pouco mais de 200 páginas desta obra, que segundo Gilberto Freire , autor do prefácio, é “pioneira e lúcida”, estão contemplados os significados de palavrões escrachados, assim como aqueles mais sutis, ou em desuso, como “papar na caixa” e “viver sem regras”, antigas expressões para a prática dos pederastas. De acordo com Jan Souto Maior, filho de Mário, dos livros de seu pai, este foi o livro que teve mais repercussão. Jan afirma que o dicionário surgiu de uma conversa que Mário teve com Gilberto Freyre, que na época deu o que falar.

Dicionário do palavrão e termos afins teve oito edições, a primeira pela editora Guararapes e as demais, pela Record e agora pela Editora Leitura. Outros títulos bastante lidos do autor são: Remédios populares do Nordeste, Comes e bebes do Nordeste e Nomes próprios ou comuns, todos fora de catálogo. Entre títulos póstumos estão O grande livro das adivinhações e Dicionário folclórico para estudantes.

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No último dia 21 de agosto, a Bodega do Brasil, através de artistas populares, prestou uma brilhante homenagem ao inesquecível Raul Seixas e foi sucesso garantido em seu último encontro.

Na ocasião, o público presente, numa só sintonia, declamaram e cantaram o eterno maluco beleza. O Grupo Bodega do Brasil, integrado por Costa Senna , Ornela e Júbilo Jacobino, tocou clássicos de Raulzito e contou ainda com a participação do músico Anderson Brasil. Na apresentação do evento, a jornalista e poetisa Daniella Almeida levou ao palco as cordelistas Cleusa Santo e Benedita Delazari, os ativistas do Projeto ambiental Ecos do Meio, Carlos Mahlungo e Rose Campos, o cantor de MPB regional Rhaifer, entre outros grandes artistas e colaboradores.

A Bodega do Brasil também contou com a exposição do repórter fotográfico Chico Alves que expôs imagens de artistas consagrados da música brasileira, tais como: Alceu Valença, Dominguinhos, Luiz Melodia, Antônio Nóbrega, João Bosco entre outros, tendo como plano de fundo a história de Raul Seixas. A Oxente TV (www.oxentetv.com.br) , também esteve presente e fez a cobertura, onde o jornalista Carlos Moura, editor-chefe do Jornal Centro em Foco, foi um dos destaques da seletiva de entrevistados.

No mês de setembro, a Bodega levará ao seu palco no dia 18, o grande lançamento do CD Cante esse Refrão Por Aí, do cantor e cordelista Costa Senna. A festa terá início a partir das 16h e vai até às 20h, no prédio da Ação Educativa, que fica na Rua General Jardim, 660, no bairro da Santa Cecília, Centro de São Paulo.

Movimento- Com o objetivo de fortalecer e divulgar a classe artística perante seu público e meios sociais, a Bodega do Brasil é um movimento de integração entre cantores, atores, poetas, cordelistas e artistas dos mais diversos gêneros da cultura popular brasileira. O evento é gratuito e para todas as idades.

Serviço:

Bodega do Brasil e lançamento do CD Cante esse Refrão Por Aí, do cantor Costa Senna

Quando? 18 de setembro a partir das 16h

Onde? Prédio da Ação Educativa. Rua General Jardim, 660, no bairro da Santa Cecília, Centro, São Paulo

Quanto? Entrada Franca

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O escritor, que teve suas obras traduzidas em 49 idiomas, em 55 países, mesmo morto, é lembrado hoje por sua vida.

Encarada intensamente no real e principalmente na ficção, a vida de Jorge Amado tem como sinônimo a dedicação. Autor de inúmeras obras, destaque para Capitães da Areia, esta, que remente bem minha época de adolescente, pois, lembro bem quando li o livro, mesmo sendo para um trabalho de escola.

Cedido por um colega, que, por saber do meu gosto pela leitura, preferiu me “emprestar” para que eu pudesse fazer um resumo por nós dois e sua artimanha terminou virando uma valiosa doação, onde de verdade, nunca fiz questão de lembrá-lo.  Sua história é simplesmente fantástica e a releitura deste, mesmo velhindo, faz parte da minha vida até hoje!

Abaixo, trailer do filme Capitães da Areia, dirigido pela neta do escritor, Cecília Amado, previsto para ser lançado ainda este ano. Se alguém quiser me emprestar o filme quando estiver a venda, por favor, fiquem despreocupados, afinal, minha adolescência já se foi há algum tempo… (será? rsrsrsrs). Hasta la victoria siempre 🙂

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O amigo e poeta-cordelista, Varneci Nascimento, lança hoje seus mais novos títulos, Pequeno Polegar e A Branca de Neve, em cordel. A narrativa é uma releitura dos dois clássicos, feita de forma divertida, através do ponto de vista do autor. O evento acontece a partir das 15h.

Hasta la victoria siempre 🙂

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Creio que até hoje, o sentimento de nós, brasileiros, ainda se finda da mesma forma que há 21 anos, em relação a morte do nosso eterno Rei do Baião. Abaixo, alguns momentos difíceis na vida de Luiz Gonzaga e depoimentos  de pessoas do nosso conhecimento, sobre a morte dele ocorrida no dia 2 de agosto de 1989, ano onde eu tinha exatamente 4 anos de idade. Lembro bem dele, pois meu avô adorava sua figura alegre, e seu jeito, lembra bem o do nosso saudoso Gonzagão.

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