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Archive for maio \31\UTC 2010

Parteira tradicional, Francisca de Oliveira, a Célia, é também subdelegada de polícia do município de Iranduba no Amazonas, da comunidade de São Sebastião da Serra Baixa, interior de Manaus.

Até os dois anos ela não era batizada. Na época, um acidente grave deixou seu corpo da cabeça até a cintura queimado em carne viva. Sua mãe, através de uma promessa a São Francisco de Assis, pediu para que sua filha não ficasse com seqüelas. Sendo assim, Célia tornou-se Francisca uma mulher marcada pela vida.

Aos 53 anos, Célia é uma mulher de muita vivência. Passado o obstáculo da infância, na juventude, em 1978, a Amazonense se confrontou com outro desafio. Trabalhadora de um laboratório de fotografia em Manaus, os recursos técnicos naquele tempo eram precários. Vítima de uma intoxicação decorrente dos produtos utilizados no trabalho, Célia procurou um médico que lhe deu apenas seis meses de vida por causa de um aneurisma o que a fez passar por seis cirurgias. A fim de fazer seu pouco tempo valer a pena ela decidiu morar junto com o marido e os filhos no interior e passar seus últimos momentos na tranqüilidade do campo. Mas o destino fez a doença não se alastrar e foi em São Sebastião da Serra Baixa, município que fica entre o famoso Rio Negro e Solimões, que Célia tornou-se parteira e subdelegada da sua comunidade. “Ao invés de morrer no interior, eu revivi nele”, acredita.

Convidada pela ONG Cais do Parto de Pernambuco para participar da Reunião Internacional e Estadual de Parteiras Tradicionais, há 22 anos Célia realiza partos humanizados e carrega em sua lista 58 crianças nascidas de suas mãos. “A vida é o presente mais valioso de um ser humano. Devemos fazer dela um ato de coragem, amor e respeito ao outro ser que também a possui. Sempre lembro isso às mães em que faço os partos”.

Parteiras de vários países participam desses encontros no mundo. Além de discutir a regulamentação da profissão, as reuniões proporciona a essas mulheres a troca de experiência e a ampliação da rede de relacionamento entre as parteiras. “Ficom muito feliz em partipar. Sempre levo idéias para a construção de ações numa associação na minha cidade a exemplo da ONG Cais do Parto”, diz Célia.

Seu trabalho, porém não se restringe a realizar partos. Diante de tanto respeito conquistado pelos moradores, a parteira foi nomeada pelo prefeito, subdelegada de polícia voluntária de São Sebastião da Serra Baixa. “Sou uma espécie de Severino quebra galho da comunidade. Se alguém tá com algum problema conjugal, filhos, vizinhos ou qualquer outro que ameace a vida, vou até o local para resolver a ocorrência”, conta.

Sua história de trabalho em prol da humanização fez da mulher Célia uma respeitada e reconhecida representante da vida. Seja ocorrência policial ou de parto  a amazonense não mede esforços em resolver. “Vou onde a vida me chamar”, conclui. ●

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Sarau no Jabaquara

No último sábado,22, aconteceu a quarta edição do Sarau Sítio da Ressaca, no Centro Cultural Jabaquara de São Paulo. Desta vez, além de participar recitando meu cordel da Alma Gêmea, tive a honra de ser a primeira mulher apresentadora do evento a convite do amigo, o ator Valdir Carlos.

O encontro aconteceu ao ar livre, nos jardins do Centro Cultural e foi iniciado com lindas canções do Coral da Casa. Entre uma atração e outra, intercalei versinhos do livro Pintando o Sete em poesia do meu querido amigo , o escritor pernambucano Antônio Neto e poemas matutos do grandioso Jessiê Quirino.

Também se apresentaram, o casal Rogério e Malu (música), o poeta Alê Santos, o ator Valdir Carlos, o poeta Rommel Werneck, além do público que, também amante da arte se manifestou de diferentes formas. O Encontro de Duas Almas Gêmeas, finalizou o Sarau, que, mais uma vez foi sucesso, principalmente quanto a receptividade do público com o cordel, que ao fim do evento me procurarou querendo saber mais sobre essa arte. Desde já meu muito obrigada aos envolvidos e…

Hasta la victoria siempre 🙂

com o ator Valdir Carlos

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Essa é a denominação mais utilizada mundialmente para descrever os turistas que viajam de forma independente e econômica.
De acordo com o site MochilaBrasil, maior portal brasileiro da internet sobre turismo alternativo, a cultura mochileira originou-se da Geração Beatnik, nascida nos Estados Unidos. Mas a Austrália, por sua vez, é hoje o berço do turismo mochileiro, sendo o país que mais recebe esse público no mundo, tendo gerado mais de US$ 4 bilhões ao ano.

A Ilha do Sol na Bolívia é um dos destinos mais visitados pelos mochileiros

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Ninguém é uma ilha, mas sozinho você pode escolher caminhos.

Amadurecer não significa dizer que você tem que ficar sozinho o tempo todo. Fazer novas amizades, refletir sobre a vida pessoal e profissional a partir da história de pessoas que você nunca viu, no mínimo é uma experiência diferente. Porém, vale lembrar que quando se trata de sentimentos desconhecidos, é preciso cuidado.

Mesmo sendo mochileiro, turistas são facilmente identificados e com isso se tornam alvos de golpistas. Nem todo nativo está aberto a conversas. Alguns mochileiros tem o costume de pegar carona, mas apesar de ser uma maneira econômica e fácil, não é muito bom dar chance ao azar. “Sozinha as circunstâncias se complicam e quando alguma coisa dá errado temos que tirar a força de dentro de nós mesmos”, afirma a mochileira carioca Denise Paiva, que já ousou a aventura na Bolívia e em algumas cidades do Brasil.

Ao viajar sozinho você se vê obrigado a fazer contatos e encontrar pessoas que talvez se estivesse com uma turma, não faria amizade. “ Existem mochileiros solitários por diversos motivos: alguns a trabalho, outros por prazer e diversão, tem os que buscam encontrar um sentido na vida, gente que foge da realidade da vida cotidiana ou simplesmente gente que precisa encontrar gente”. Denise Paiva, fala mais sobre o assunto em entrevista ao Blog da Dani Almeida.

Entrevista Denise Paiva

Blog da Dani Almeida – Em sua opinião, mochilar sozinha é mais vantajoso do que em grupo?

Denise- Nem sempre viajar sozinha significa estar só, depende do que você está buscando com essa experiência. Acho interessante por que refletimos mais sobre nossa vida, mas, na hora de tirar uma foto, por exemplo, nem sempre um desconhecido tá a fim de fazer esse favor, sabe?

Blog da Dani Almeida- Existe uma fama que mochileiro só pega carona, você concorda com essa afirmação?

Denise- Não, de jeito nenhum. Mas sempre tem um pessoal que vai sim. Eu prefiro pegar um ônibus ou metrô mesmo.

Blog da Dani Almeida- Qual o perigo e os cuidados a serem tomados quando se mochila sozinho?

Denise- Todos os possíveis. Fora do Brasil, por incrível que pareça, é mais fácil passar por situações de perigo. Aqui a violência é muita. Mas fora tem o complicador língua. A dica é ficar esperta em tudo que dizem a você, não dar ouvidos a qualquer um, prestar atenção ao beber com outras pessoas, enfim esses cuidados básicos.

Blog da Dani Almeida- É possível fazer uma ótima viagem sem gastar muito?

Denise- Com certeza o planejamento é o que faz milagres.

Blog da Dani Almeida- Vale a pena mochilar?

Denise- Fazer um mochilão não é fácil, mas vale muito a pena. Vivenciar tudo isso é uma experiência que levamos por toda nossa vida. A vivência desta aventura nos proporciona uma sensação única que nenhuma agência oferece: a liberdade do momento.

Denise Paiva já mochilou em cidades do Brasil e países da América Latina(foto:cidade de Copacabana na Bolívia)

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Bolívia: Um convite à aventura

A agitada rotina dos mochileiros

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Para mochilar é preciso…

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Você Organizado

Itens úteis numa viagem mochileira

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  • Cotonetes ( não é preciso o pacote inteiro)
  • Desodorizante roll-on ( em spray não passa no avião )
  • Uma venda para os olhos, para poder dormir em qualquer lado que tenha luz
  • (avião, hotel ou pousada sem cortinados )
  • Repelente de insetos (se vai para climas tropicais atenção à potência do spray, compre POTENTE)
  • Transformador ou adaptador de eletricidade (caso leve alguma coisa que necessite de eletricidade)
  • Preservativos
  • Bloco de notas e caneta
  • Máquina fotográfia digital com cartões de memória, carregador e 1 bateria extra
  • Passaporte
  • Cartão de vacina (dependendo do lugar que for)
  • Cartão de crédito / Cartões Multibanco (evita-se andar a trocar dinheiros e câmbios, se paga uma taxa, mas vale a pena)
  • Cachecol ou lenço para o pescoço
  • Canivete suiço (este tem que estar bem metido na mochila que vai no compartimento de cargas do avião.)
  • Cadeado para mochila
  • Kit primeiros socorros

Serviços:

Anvisa

Organização de Mochilas: Consultoria Bérgamo

fone- (91) 28285456 e (19) 34823004

Travel Acccesories

Acessórios de Viagem

Coronel Tapiocca

Mammut Accesories

Machu Picchu no Peru em um dia nublado

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Atitudes simples podem tornar o roteiro menos burocrático e ágil.

Ao invés da mala de rodinha, uma básica e apertada mochila. Quem costuma fazer mochilão, sabe bem o quanto é incomodo estar sempre com aquele peso em todo lugar que anda. A mochila ideal é aquela que corresponde bem às atividades durante a viagem e à estrutura física do viajante. Mas um bom tamanho são as de 60 a 75 litros. O objeto mochilão nada mais é que as denominadas mochilas cargueiras. Conforto, resistência e praticidade são os critérios mais exigidos pelos mochileiros na hora de investir numa.

Luiz Neto já mochilou na Argentina

Arrumação – As peças de maior volume e com menor chance de serem utilizadas devem ir ao fundo da mochila, como jaqueta e um agasalho extra. Em seguida é a vez das blusas, calça de moleton, toalha, camiseta, bermudas e roupas íntimas (sempre embaladas num saquinho). Tudo a ser levado deve ser pequeno, maleável e com menos quantidade possível, principalmente nos itens de higiene pessoal. Tente levar produtos no tamanho “amostra grátis”, sempre dentro de sacos plásticos. Retire o rolo do papel higiênico e leve só o papel. “Sempre me estressava na hora de mudar de um alojamento para outro, por conta da arrumação. Mochilei para um país frio e no meio do caminho ia comprando casacos. Chegou um momento que minha mochila não cabia mais nada de tanta coisa que tinha nela. Não teve arrumação que desse jeito”, lembra o bancário Luiz Neto, que já viajou como mochileiro para a Argentina.

Mas, mochilar implica também outras preocupações. Se for para terras estrangeiras é preciso tirar passaporte e receber o visto da embaixada do país de destino, porém, para viagens a países do Mercosul, a cédula de identidade serve como passaporte. Dependendo do lugar para onde se viaja, também é preciso tomar alguns cuidados para não adoecer. Algumas medidas devem ser programadas com antecedência, como é o caso da vacina contra a febre amarela que deve ser tomada dez dias antes de viajar de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O cartão de vacina em regiões da América do Sul, África e estados brasileiros como Manaus e Amazonas, deve estar sempre em mãos para ser apresentado as autoridades locais quando pedido.

O dinheiro é outro fator importante. Na hora de usá-lo surge sempre a dúvida: ir com dinheiro ou cartão de crédito? Saber para onde vai e a moeda de destino, são dicas fundamentais para não fazer feio na hora de colocar a mão no bolso.

Segundo a gerente de viagens da Luck Turismo, Silvana Alencar, o cartão é uma das melhores opções, porém não se deve viajar sem dinheiro na carteira. “É sempre bom levar 40% do que vai gastar em dinheiro, pois nem todos os lugares possuem caixa eletrônico ou aceitam cartão”, explica.

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Você Sozinho

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  • De ônibus, preste muita atenção sempre que abrirem o compartimento das bagagens.
  • Chegando ao destino, viva a vida de lá. No máximo tire um cochilo para tirar o cansaço da viagem e aproveitar ao máximo todos os momentos.
  • Se estiver a negócios, procure viajar alguns dias antes.
  • Lembre-se que a adaptação é pessoal e cada um tem o seu tempo. Em lugares onde o clima é muito diferente do nosso, a aclimatação leva em média duas horas por dia no destino. Mas, isso pode variar muito.

Serviço:

Transporte para mochileiros


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