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Archive for outubro \31\UTC 2009

Cinema Independente

Hoje tem cineclube Lunetim Mágico no Centro Cineclubista de São Paulo sob a organização do Jonilson.

Se liga aí na programação:

O Cineclube Lunetim Mágico realiza todo o último sábado de cada mês seu projeto de exibição de curtas-metragens independentes.

Participe.

Realizadores, façam contato, envie-nos seu vídeo. e-mail: lunetim@hotmail.com

ProgramaÇÃo de outubro

Sábado, 31 de Outubro às 18:30 horas – grátis

RUA AUGUSTA 1239, 1º. ANDAR,
CONJ. 13 E 14
( EM FRENTE AO BAR IBOTIRAMA)
www.lunetim.blogspot.com
11 – 3229.4282/ 3214.3906 / 7038.6836

Nessa sessão:

SOMOS TODOS SACYS

DOCUMENTÁRIO 60 MINUTOS
Direção: Rudá K. Andrade e Sylvio Amaral Rocha

Apresentação do nascimento, a vida, a paixão, a morte e o renascimento do Sacy Pererê, mito que melhor representa o sincretismo fundador da cultura brasileira. Uma investigação ao perneta desde sua origem até suas possíveis re-siginificações em nosso presente.

NA REAL DO REAL

Documentário 10 minutos
Realização: Favela Atitude

11 de dezembro de 2007. A prefeitura de São Paulo coordena uma violenta ação de despejo contra os moradores da Favela Real Parque.

PARI

Documentário 13 minutos
Realização: Coletivo Nossa Tela

História do bairro do Pari e de diversos personagens que constituem esse ambiente onde está presente a exploração do trabalho de imigrantes na indústria têxtil.

NAUFRÁGOS

Ficção 17 minutos
Direção: Leandro Pinto

A jornada de um renegado em uma sociedade de náufragos.

LanÇamento da Revista VÍDEO POPULAR

COLETIVO DE VÍDEO POPULAR www.coletivovideopopular.blogspot.com

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Acontece hoje,30, a partir das 17h30, mais uma Bodega do Brasil, evento cultural realizado no Centro Cineclubista de São Paulo, Rua Augusta.SDC12127

O evento reúne toda sexta-feira, artistas dos mais diversos segmentos da cultura popular brasileira. Hoje tem forró pé-de-serra com Trio Arcoverde, Luiz Wilson, Fatel Barbosa e  MPB regional, com Cacá Lopes, Costa Senna, Júbilo Jacobino, e convidados.

O projeto, inaugurado no início de outubro, tem como principal objetivo, fortalecer a cultura popular de forma atrativa e informativa ao público. A festa vai até às 21h e é gratuito. Compareçam.Hasta la victoria siempre. ;>.

Serviço:

Bodega do Brasil- o tira gosto cultural da sexta-feira

Todas sexta-feira das 17h às 21h

Local- Centro Cineclubista de São Paulo- Rua Augusta, 1239, Conjunto 13 / 14

Entrada Franca

Mais informações: 11 3120-4765 / 3214-3906

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O Supremo errou e o congresso deve consertar. Foi assim que a Federação Nacional dos jornalistas, a FENAJ, iniciou protesto encaminhado por seu presidente, Sérgio Murilo de Andrade, a todos os profissionais da área que unidos, lutam contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, desde junho passado, extinguiu a obrigatoriedade do diploma. A Proposta de Emenda  à Constituição (PEC), que tramita na Câmara  resgatando a exigência do diploma para o exercício do Jornalismo, será votada nesta quarta-feira, dia 28, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC)

Segue carta:

Perplexos e indignados, os jornalistas brasileiros enfrentam neste momento uma das piores situações da história da profissão no Brasil. Contrariando todas as expectativas da categoria e a opinião de grande parte da sociedade, o Supremo Tribunal Federal (STF), por maioria, acatou, em junho passado, o voto do ministro Gilmar Mendes considerando inconstitucional o inciso V do art. 4º do Decreto-Lei 972 de 1969 que fixava a exigência do diploma de curso superior para o exercício da profissão de jornalista. Outros sete ministros acompanharam o voto do relator. Perderam os jornalistas e também os 180 milhões de brasileiros, que não podem prescindir da informação de qualidade para o exercício de sua cidadania.

O presidente-relator e os demais magistrados, sem saber o que é o jornalismo, mais uma vez – como fizeram no julgamento da Lei de Imprensa – confundiram liberdade de expressão e de imprensa e direito de opinião com o exercício de uma atividade profissional especializada, que exige sólidos conhecimentos teóricos e técnicos, além de formação humana e ética.

O voto do STF humilha a memória de gerações de jornalistas profissionais e, irresponsavelmente, revoga uma conquista social de mais de 40 anos. Em sua lamentável manifestação, Gilmar Mendes defende transferir exclusivamente aos patrões a condição de definir critérios de acesso à profissão. Desrespeitosamente, joga por terra a tradição ocidental que consolidou a formação de profissionais que prestam relevantes serviços sociais por meio de um curso superior.

De todos os argumentos contrários a esta exigência, o que culpa a regulamentação profissional e o diploma em jornalismo pela falta de liberdade de expressão na mídia talvez seja o mais ingênuo, o mais equivocado e, dependendo de quem o levante, talvez seja o mais distorcido, neste caso propositalmente.

Qualquer pessoa que conheça a profissão sabe que qualquer cidadão pode se expressar por qualquer mídia, a qualquer momento, desde que ouvido. Quem impede as fontes de se manifestar não é nem a exigência do diploma nem a regulamentação, porque é da essência do jornalismo ouvir infinitos setores sociais, de qualquer campo de conhecimento, pensamento e ação, mediante critérios como relevância social, interesse público e outros. Os limites são impostos, na maior parte das vezes, por quem restringe a expressão das fontes – seja pelo volume de informações disponível, seja por horário, tamanho, edição (afinal, não cabe tudo), ou por interesses ideológicos, mercadológicos e similares. O problema está, no caso, mais na própria lógica temporal do jornalismo e nos projetos político-editoriais dos donos da mídia.

Nunca é demais repetir, também, que qualquer pessoa pode expor seu conhecimento sobre a área em que é especializada. Por isso, existem tantos artigos, na mídia, assinados por médicos, advogados, engenheiros, sociólogos, historiadores e, inclusive, os políticos. E há tanto debate sobre os problemas de tais áreas. A própria regulamentação profissional prevê a função de colaborador. Além disso, nos longínquos recantos do país existe a figura do provisionado, até que surjam escolas próximas. Deve-se destacar, no entanto, que o número de escolas cobre, hoje, quase todo o território nacional.

O Brasil tem uma tradição jurídica de regulamentar o exercício da maioria das profissões, especialmente as de nível superior. É função do Estado determinar parâmetros e requisitos mínimos no processo de formação do futuro profissional, estabelecendo padrões de qualidade na prestação de serviços à sociedade.  Dessa forma, a regulamentação é meio legítimo de defesa corporativa, mas sobretudo certificação social de qualidade e segurança ao cidadão.

Alguns dizem que só devem ser regulamentadas profissões que, de alguma forma, no seu exercício possam causar danos à sociedade: Medicina e engenharia, por exemplo. É verdade? Levando ao extremo esse raciocínio torto, qualquer um pode ser juiz ou advogado? E jornalismo irresponsável, desqualificado, não causa danos, por vezes irreparáveis?

Jornalistas têm, sim, uma profissão, específica e singular. Por isso, o exercício da profissão, assim como o de outras com as quais atua de forma estreita, precisa ser regrado por uma regulamentação que dê conta de abarcar as suas funções exclusivas a partir do entendimento de quais são os seus fazeres. E na regulamentação profissional é que tratamos, como em qualquer outra profissão, de garantir não apenas a defesa de uma categoria como também, e principalmente, a qualidade, a ética, a responsabilidade, a pluralidade para o cumprimento da função social reservada ao jornalismo.

Outro argumento inaceitável usado pelos patrões e pelos juízes do Supremo é que o diploma era um entulho autoritário produzido pela ditadura militar. Na fundação da ABI, em 1908, portanto há mais 100 anos, a categoria já discutia a importância da formação escolar. Em 1918, quarenta e seis anos antes de se instalar a ditadura de 1964, os jornalistas reunidos no primeiro Congresso da categoria, no Rio de Janeiro, defenderam a formação específica em jornalismo para o exercício da profissão. E seguiram lutando por essa bandeira e pela regulamentação profissional.

Foi graças à mobilização e à pressão da categoria que, depois de mais de 50 anos de luta, conquistou-se a exigência do diploma, nos termos previstos desde o final da primeira década do século 20. Ameaça, de fato, à liberdade de expressão é a crescente concentração da propriedade dos meios de comunicação, sobre a qual, aliás, não se observa nenhuma manifestação da Justiça.

A profissão de jornalista está consolidada não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. A Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas), neste momento, está preocupada em rechaçar os ataques e as iniciativas de desqualificar a profissão, impor a precarização das relações de trabalho e ampliar o arrocho salarial existente, objetivos explícitos na ação desregulamentadora e muitas vezes ignorados por ingênuos ou mal intencionados.

A Fenaj mantém o compromisso público de seguir lutando em defesa da regulamentação da profissão e da qualificação do jornalismo. Acreditamos que neste momento cabe ao Congresso Nacional recuperar suas prerrogativas indevidamente usurpadas pelo STF e resgatar através de emenda à Constituição ou projeto de lei a exigência do diploma.

Somos 80 mil jornalistas brasileiros. Milhares de profissionais que, somente por meio da formação, da regulamentação e da valorização do seu trabalho, conseguirão garantir dignidade para a categoria, além de qualidade, respeito ao interesse público, responsabilidade e ética no jornalismo.

Jornalista com diploma! Melhor para o Jornalismo, melhor para a sociedade

Sérgio Murilo de Andrade

*Presidente da FENAJ – Federação Nacional dos Jornalistas

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No último dia 22 de outubro, foi realizado em São Paulo, no Museu da Língua Portuguesa , o Prêmio Viva Leitura 2009, um dos mais respeitados do país que visa reconhecer os projetos mais criativos de incentivo a leitura. Na categoria Escolas Públicas e Privadas, o grande vencedor foi o professor pernambucano do município de Sertânia, Josessandro Andrade. Veja na íntegra, matéria especial que fiz para o portal JC Online , do Sistema Jornal do Commercio, no link abaixo.

Pernambuco Vence Prêmio Viva Leitura

Parabéns Josessandro por essa conquista que é de todos nós, nordestinos, arretados como você e o povo de Sertânia.

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Josessandro Andrade, vencedor do Prêmio VivaLeitura 2009 na categoria Escolas públicas e privadas

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Fatel Barbosa, Josessandro Andrade, Daniella Almeida e Luiz Wilson

(direita p/esquerda) Ministro da Cultura Juca Ferreira, Josessandro Andrade,Lailton Araújo e Daniella Almeida

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Para jornalistas e estudantes de Jornalismo, já está no site do Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco (www.jornalistas-pe.org.br) o link Extra, com o regulamento e a ficha de inscrição ao 16º Prêmio Cristina Tavares de Jornalismo. As inscrições estão abertas desde o dia 19 deste mês e prosseguem até 13 de novembro. O prêmio é um dos mais importante do Norte e Nordeste e  está estre os principais do País.

Cristina Tavares- Jornalista, professora e política, Maria Cristina de Lima Tavares Correia nasceu em Garanhuns, a 10 cristina_tavares.thumbnailde junho de 1936. Nos anos 1960, já no Recife, iniciou sua atuação política, participando de movimentos culturais e estudantis.

Como jornalista, foi repórter do Diário de Pernambuco, Jornal do Commercio e da sucursal em Pernambuco da Folha de São Paulo. Dirigiu a sucursal pernambucana da revista Visão e colaborou com o semanário recifense Jornal da Cidade.Na década de 1970, foi assessora de Ulisses Guimarães, presidente do então Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Em seguida, Cristina foi eleita deputada federal por três mandatos: em 1978, com 22.519 votos; em 1982, com 27.963 votos e em 1986, com 40.613 votos.

Em 1983, fundou no Recife o Centro de Estudos Políticos e Sociais Teotônio Vilela Em 1988, foi uma das fundadoras do PSDB em Pernambuco e candidata, derrotada, a vice-prefeita do Recife, na chapa encabeçada pelo ex-deputado Marcus Cunha. Em 1990 não conseguiu se reeleger deputada federal.

Na Câmara Federal, elaborou 139 projetos; proferiu 334 discursos; participou de 2 comissões parlamentares; presidiu outras duas comissões; na Constituinte 86, foi relatora da Subcomissão da Ciência e Tecnologia e da Comunicação e da Comissão de Sistematização; apresentou 227 emendas, das quais 95 foram aprovadas.

Cristina Tavares integrou o chamado grupo dos Autênticos do MDB. Publicou oito livros, entre os quais “A Última Célula – Minha Luta Contra o Câncer”, Editora Paz e Terra. Morreu a 23 de fevereiro de 1992, vítima de um câncer.

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Espaço cultural Bodega do Brasil, localizado na Rua Augusta, agita noites das sextas-feiras

Hoje a partir das 17h30 tem cultura popular na Bodega do Brasil, realizado no Espaço Cineclubista,1239, na Rua Augusta.

Inaugurado na última sexta-feira, 16, a Bodega do Brasil reúne músicos, artistas e simpatizantes da cultura popular brasileira. O projeto, idealizado pelos artistas Costa Senna, Luiz Wilson, Fatel Barbosa, Daniella Almeida, Cacá Lopes, Júbilo e Ornela Jacobino, tem como principal objetivo, fortalecer ainda mais a cultura popular de forma atrativa e informativa ao público. SDC11872A festa vai até as 21h. Semana passada estiveram presentes artistas como Chico Alves, Zé de Zilda, Germano Júnior, Banana Amassada, João Gomes de Sá, Varneci Nascimento, Gilberto Lobato, entre outros. “São Paulo possui muitos artistas do gênero popular regional e esse espaço reunirá o melhor da classe num só lugar”, revela Costa Senna, um dos organizadores do projeto.

Conhecido por organizar vários projetos culturais, o Centro Cineclubista revela agora através da Bodega do Brasil, uma nova opção numa das ruas que mais reúnem tribos em São Paulo, a Rua Augusta. “A Bodega funcionará como ponto de encontro de amigos depois do trabalho. Sempre uma hora antes do fim da festa, um trio de forrozeiros esquentará o salão tocando muito forró pé-de-serra”, destaca Cacá Lopes.

Serviço:

Bodega do Brasil- o tira gosto cultural da sua sexta-feira

Todas as sextas-feiras das 17h às 21h

Local- Centro Cineclubista de São Paulo- Rua Augusta, 1239,

Conjunto 13 / 14

Entrada Franca

Mais informações: 11 3120-4765 / 3214-3906

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A todos nós, profissionais da palavra seja por talento, vocação, estudo, persistência ou interesse, fica o parabéns desse dia comemorativo a escolha que ousamos adimitir ter nesta vida: sermos poetas.

A todos os barrocos, arcadistas, romancistas, realistas, naturalistas, simbolistas, parnasianistas, modernistas, contemporâneos, fica o lembrete de, seja em quaisquer período literário, continuamos humanos, frutos de uma mesma esfera em prol do alcance sensitivo de nossa raça que tanto nos inquieta…

Muita gente acha que para ser poeta é preciso ter sempre uma rima na manga, ver flores onde não existem, ser um neurótico da vida preocupado com que os outros vão falar de sua poética, e por aí cartas_jovem_poetavai… Alguns podem até possuir tais pensamentos, mas, prefiro mergulhar nos conselhos encontrados em Cartas a um Jovem Poeta, meu livro de cabeceira, do poeta e escritor Reiner Maria Rilke quando destinou suas sábias palavras ao então iniciante Franzz Kappus, dizendo-lhe: “(…) Procure entrar em si mesmo. Investigue o motivo que o manda escrever; examine se estende suas raízes pelos recantos mais profundos de sua alma; confesse a si mesmo: morreria, se lhe fosse vedado escrever? pergunte isto a si mesmo na hora mais tranqüila de sua noite:”Sou mesmo forçado a escrever?” Escave dentro de si uma resposta profunda. Se for afirmativa, se puder contestar àquela pergunta severa por um forte e simples “SOU”, então construa a sua vida de acordo com esta necessidade. Sua vida, até em sua hora mais indiferente e anódina, deverá tornar-se o sinal e o testemunho de tal pressão…”

E o SOU foi a resposta de minha vida. Lembrando que Rilke era austríaco e foi criado na Alemanha.

Bom, eu sou brasileira, cearense, criada em Pernambuco, sobrevivendo a São Paulo…É isso aí gente, cada um com sua história, inspiração e referência poética…” Sem saber que era impossível, ele foi lá e fez”, bom, mas, isso já outro papo… FELIZ DIA DO POETA !

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